11 mil médicos deixarão programa Mais Médicos após declarações de Bolsonaro

O Amazonas, Mato Grosso (35), Pará e Roraima, são os mais atingidos

Nesta quarta-feira(14) o governo de Cuba informou  que está saindo do programa Mais Médicos devido às declarações “ameaçadoras e depreciativas” do presidente eleito Jair Bolsonaro, que anunciou mudanças “inaceitáveis” ao projeto governamental.

Conforme reportagem da Veja, o país caribenho tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham atualmente no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas, condicionou sua permanência no programa “à revalidação do diploma” e impôs “como via única a contratação individual”.

Em sua conta no Twitter Jair Bolsonaro  disse: “Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou.”

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