30 candidatos baianos apelam para nomenclatura religiosa 

Na AL-BA, três bispos, quatro "irmãos" e um missionário querem compor a Casa

Cerca de oito candidatos a deputado federal pela Bahia querem que o título de “pastor” apareça à frente do próprio nome.

Segundo o Metro 1 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) todos os postulantes que usam algum “título” religioso na urna chegam a 30. Pastor é nomenclatura mais usada.

Mas outras variações também aparecem. Para Brasília, três “irmãos”, um bispo, um reverendo e um “pai” tentam a eleição.

Na AL-BA, três bispos, quatro “irmãos” e um missionário querem compor a Casa. É importante registrar ainda o caso de Irmão Lázaro (PSC), que concorre ao Senado na chapa de Zé Ronaldo (DEM).

No Brasil, ao todo, os concorrentes a cargos eletivos que usam títulos religiosos na urna são 500.

Segundo o TSE, o nome pode ser um “prenome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou nome pelo qual o candidato é mais conhecido” e deve ter no máximo 30 caracteres.

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