“Ba-Vi da vergonha”: STJD reduz pena de Kanu, mantem dos demais e tira zagueiro da final

O STJD é a última instância da Justiça Desportiva no Brasil

Foi realizado, na tarde desta sexta-feira (06), o julgamento dos envolvidos na confusão durante o primeiro BaVi do ano, em 18 de fevereiro, no Barradão. Ao todo, nove jogadores foram julgados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro: Kanu, Yago, Denilson, Rhayner, Ramon e Bruno Bispo (Vitória); Edson, Rodrigo Becão e Lucas Fonseca (Bahia). Além dos atletas, o técnico Vagner Mancini também foi julgado.

Seis auditores participaram do julgamento, foram eles: Ronaldo Piacente (presidente); Paulo César Salomão Filho (vice-presidente); Mauro Marcelo de Lima e Silva (relator); José Perdiz; João Bosco Luz e Arlete Mesquita.

No TJD-BA, Kanu foi condenado a 11 jogos de gancho, 90 dias de suspensão e multa de R$ 75 mil. Yago, Rhayner e Denílson receberam pena de oito jogos de suspensão, assim como Rodrigo Becão e Edson.

Após as acusações da Procuradoria (Confira Aqui) e das defesas do Bahia e do Vitória (Confira Aqui), o relator do processo, Dr. Mauro Marcelo, deu os seus votos.

Ele concordou com a punição de Manicni, por cinco jogos, e pediu uma pena de três partidas aos zagueiros Bruno Bispo e Ramon. Ele também pediu a absolvição de Kanu pelas ameaças, com isso, a suspensão por 90 dias e a multa de R$ 75 mil caíram, mas manteve a pena pelas agressões.

O relator também manteve as suspensões de Rhayner, Denilson e Yago, do Vitória, por oito partidas, assim como nos casos do zagueiro Rodrigo Becão e o volante Edson, do Bahia. Já no caso do zagueiro Lucas Fonseca ele optou por apenas uma partida de suspensão. Após a votação de todos os auditores, as punições definidas para os atletas foram as seguintes:

Kanu – 8 jogos
Yago – 8 jogos
Denilson – 8 jogos
Rhayner – 8 jogos
Bruno Bispo – 1 jogos
Ramon – 1 jogos
Edson – 8 jogos
Rodrigo Becão – 8 jogos
Lucas Fonseca – 1 jogo
Mancini – 5 jogos
Vitória – R$ 100mil de multa + perda da partida por 3 x 0

Vale lembrar que o STJD é a última instância da Justiça Desportiva no Brasil, ou seja, a decisão tomada pelo tribunal é soberana.

 

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