Na manhã desta quinta-feira (12), um painel de especialistas contratado pela mineradora Vale informou que o rompimento da barragem I, situada na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, foi causado pela súbita e rápida perda de resistência dos rejeitos, o que significa dizer que se deu em função de deformações da estrutura da barragem, um fenômeno conhecido como “liquefação estática”.

Também foi destacado pelos especialistas uma redução de resistência em determinadas áreas da estrutura, oriundas de infiltração causada pelas fortes chuvas que haviam caído na região nos dias anteriores à tragédia.

Em paralelo, o Conselho de Administração montou um comitê para investigar as causas do acidente, cujo relatório ainda será divulgado.

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