Caso Carlinhos: mãe acusada de ter mandado matar filho continua foragida

Alexandra da Silva está foragida da polícia desde agosto de 2016, quando foi decretada a prisão temporária

Carlos Henrique e Alexandra Moura da Silva. Foto: Reprodução

Alexandra Moura da Silva, 26 anos, mãe de Carlos Henrique Maia Moura Santos, 7 anos encontrado morto em um córrego em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS) foi a mandante do assassinato do próprio filho está sendo procurada pela polícia. O crime aconteceu em janeiro de 2015.

O assassino, José Nilton Pereira da Silva, 35 anos que está custodiado na Cadeia Pública de Salvador, desde quando foi preso no dia 9 de agosto de 2016, confessou o crime e confirmou que a morte do menino foi planejada e a mando da mãe de Carlinhos.

José Nilton contou ainda, que a mãe da criança e o padrasto são traficantes de droga, e planejavam roubar um banco. O menino teria ouvido a conversa dos dois e para não correr risco, do menino falar para a avó paterna, contratou José Nilton para matar o próprio filho. O assassino era ex-namorado da avó materna de Carlinhos. Ainda de acordo com depoimento de José Nilton da delegacia, Alexandra prometeu pagar o serviço com sexo.

Segundo a titular da 4ª DH (Delegacia Homicídios) de Camaçari, Dra. Maria Tereza, o homem já era suspeito do crime quando foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Existe ainda a suspeita de que a mãe usava o menino para levar e trazer drogas.

Alexandra continua foragida desde agosto de 2016, quando foi decretada a prisão temporária dela. Qualquer informação que leve a polícia até a criminosa deve ser passada através do disk denúncia da polícia 3235-0000 ou ligando para a 4ª DH/Camaçari 71 3622-7874.

Crime

Carlinhos como era chamado, foi assassinado no dia 7 de janeiro de 2015. O corpo foi encontrado dois dias depois boiando em um córrego, nas proximidades do anel florestal, no bairro da Bomba. De acordo com a polícia, a vítima apresentava marcas na cabeça e diversos arranhões pelo corpo, o que caracteriza que tentou se defender do crime. O garoto morava com a avó paterna e quando foi assassinado passava férias com a mãe.

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