Caso Eva Luana: delegada diz que investigações estão adiantadas

Delegada titular da Deam de Camaçari, Florisbela Rodrigues da Rocha. Foto: Dani Oliveira/Bahia No Ar

A delegada da DEAM – Delegacia da Mulher em Camaçari, Florisbela Rocha, em entrevista a equipe do Bahia no Ar, revelou que as investigações sobre o caso da jovem Eva Luana, que denunciou o padrasto por violências e abusos, está prestes a chegar ao desfecho final.

Segundo a delegada, o acusado foi ouvido e, como de prastes, negou. “Cumprimos o mandado de prisão e vamos ver o desenrolar. As investigações estão em uma fase bem adiantada”, disse ressaltando que faltam recolher outras provas.

A titular da DEAM contou que a jovem foi pessoalmente na delegacia denunciar a série de torturas sofridas e, diante do relato, disse que não queria voltar para casa. “Ela disse que estava fragilizada e temerosa de denunciar e voltar para casa, pro convívio do denunciado e ser novamente agredida e torturada”, disse.

Ela pontuou que quando Eva Luana foi dada como desaparecida, teria saído para denunciar e não avisou onde estaria por medo do agressor.

O caso foi levado ao conhecimento do judiciário, após, adquerida uma medida protetiva. A delegada reforçou que em seguida foi representada a prisão do agressor e ele se encontra preso desde o dia 13 de fevereiro.

Após a denuncia, a mãe de Eva Luana, também prestou depoimento e foi afastada de imediato do agressor. Ela confirmou que também sofria violências, “de sorte que conseguimos salvar as duas desse terror”, disse a titular. Segundo Florisbela, a vítima possui uma série de provas.

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