Com erros graves da arbitragem, Vitória fica no empate com o Flamengo

O Vitória jogou com um mais desde 15 minutos do primeiro tempo

Apita o árbitro começa o jogo, saída de bola do time Flamengo 4 ou 5 toques na bola, gol do Flamengo. Isso mesmo, aos 16 segundos de jogo o Vitória levou um gol. Jogando um verdadeiro balde de água fria em seu torcedor. Mas, a mal atuação do juiz entrou em ação e com erros, para os dois lados a partida acabou em 2 a 2, no Barradão. Noite de redenção acabou como terminou 2017, o Leão não consegue vencer dentro de casa.

Depois do Gol rápido, que pegou não tão somente o Vitória, como o próprio Flamengo de surpresa. Aos 9 minutos, o Leão resolveu ir atrás do placar, numa blitz na área carioca, que gerou um bate e rebate, com a bola sobrando para Denilson que chuta a bola bate que no rosto de Éverton Ribeiro, mas, árbitro mato-grossense Wagner Reway errou e marcou pênalti, acreditando que a bola foi tirada com as mãos pelo atacante e para completar, atendendo o que recomenda as regras do jogo, expulsou o jogador, deixando o time carioca com 10 homens aos 10 minutos ainda do 1ª tempo.

No segundo tempo, apesar de atuar com um adversário com um jogador a menos e dentro de casa, o Esporte Clube Vitória até que foi superior, pressionou o time carioca, no entanto, sem a força necessária para virar o placar e por capricho, acabou levando o segundo do Flamengo em novo erro de arbitragem, agora desconsiderando impedimento de Willian Arão no gol marcado pelo zagueiro Rever. Rapidamente, o Vitória reagiu, correu atrás e três minutos depois, Rhayner recebe na direita levanta a bola na área e Denílson de cabeça mete no canto esquerdo de Diego Alves e assim acabou o jogo.

Sem pausa ou descanso para atender um calendário perverso, o Esporte Clube Vitória dá folga aos jogadores e já reapresenta próxima nesta segunda-feira para iniciar os preparativos do jogo contra o Internacional de Porto Alegre que acontece na próxima quinta-feira (19) agora pela Copa do Brasil, porém atuando novamente no Estádio Manoel Barradas Carneiro.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*