Eleições, proteção e mágoas: Jaques Wagner fala sobre futuro de Caetano na política

O Partido dos Trabalhadores ainda aposta no nome do ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, para disputar as eleições municipais em 2020. Em entrevista ao programa Bahia no Ar, nesta segunda-feira(25) o ex-governador da Bahia e senador Jaques Wagner, disse que “enquanto não fechar a ultima porta, ainda tenho esperança”. Para o senador foi uma ‘injustiça flagrante’, a sentença que condenou Caetano.

Caso não haja mais recursos, Wagner esclarece que um outro nome será escolhido para representar uma candidatura e um projeto político de Caetano e do governador Rui Costa. “O nome natural é o dele, se o dele realmente estiver interditado, vamos saber escolher um outro que represente bem o nosso projeto”, afirmou.

Questionado sobre ter pedido ao governador Rui Costa, que escalasse Caetano para sua equipe, possivelmente a frente da Secretaria de Relações Institucionais, e o mesmo não ter atendido ao pedido, Wagner esclareceu que essa decisão não é por conta de “mágoas”, mas sim para protegê-lo de eventuais ataques da oposição, devido ao petista ter perdido o processo que o tornou inelegível.

“A não nomeação de Caetano, a quem o governador tem um apreço muito grande, foi mais no sentido de protegê-lo”, disse.

Wagner revelou que possivelmente Caetano pode vir a trabalhar como representante dele em Camaçari, seu berço politico, mas a medida ainda está sendo conversada com o governador Rui Costa.

O ex-deputado federal Luiz Caetano (PT), que apesar de ter consigo se reeleger para o cargo, não tomou posse por ter sido condenado, por determinação do TSE- Tribunal Superior Eleitoral, a inelegibilidade até 2031.

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