Jair Bolsonaro define isenção de pena de Adélio Bispo como “circo armado”

Para o presidente, há um "circo armado".

Foto : Marcos Corrêa/Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro revelou nesta sexta-feira (14) que vai recorrer da decisão judicial que isentou de pena Adélio Bispo, autor da facada sofrida pelo presidente no ano passado. Ele definiu a situação como um “circo armado”.

Na sentença, o juiz aplicou a figura jurídica da “absolvição imprópria”, na qual uma pessoa não pode ser condenada. No caso de Adélio, ficou constatado que ele é inimputável, ou seja, não pode ser punido por ter doença mental.

“O circo armado [é] que, a partir desse momento, se não houver recurso e [o processo] for transitado em julgado, se caso o Adélio queira falar quem pagou a ele para tentar me assassinar, não tem mais valor jurídico, ele é maluco”, disse o presidente.

Segundo o G1, o presidente acrescentou, “Agora, se fosse o contrário, o que estariam pensando a meu respeito? Então, a gente sabe que o circo é armado. Tentaram me assassinar, sim. Eu tenho a convicção de quem foi, mas não posso falar, não quero fazer o pré-julgamento de ninguém”.

14 Comentário

  1. Esse Presidente, não têm nada na cabeça agora vive afrontando uma instituição que é a guardiã da lei maior. A nossa constituição Federal. Deveria no mínimo pensar antes de falar, no mínimo para não tá dando uma de Ofélia. Só abre a boca pra falar besteira.

  2. Louco ficaria se ele deletasse quem são os seus mandantes.
    Quem foi que financiou os caríssimos advogado para a sua defesa de um Zé ninguém.
    Você não é perigoso mas acredito que em todas audiências você estava Algemado?
    Mas se não houvesse interesse político por detrás disso tudo o seu julgamento seria diferente.

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