Jogador teve órgão genital cortado e morreu por se envolver com mulher do assassino, diz testemunha

De acordo com o advogado da testemunha, seu cliente, que pediu proteção policial temendo represália

A Polícia Civil do Paraná ouviu nesta quarta-feira (31) o depoimento de uma testemunha considerada fundamental para elucidar a morte do meia Daniel Corrêa, que foi assassinado aos 24 anos no último sábado, em São José dos Pinhais (PR).

Uma pessoa que estava com o jogador do São Paulo na manhã do crime disse aos investigadores que presenciou o momento em que Daniel foi espancando por quatro homens na casa de uma mulher, onde um grupo de amigos fazia um after party.

De acordo com o advogado da testemunha, seu cliente, que pediu proteção policial temendo represália, conheceu o jogador em uma boate de Curitiba onde todos comemoravam o aniversário de um amigo em comum. À polícia a testemunha afirmou que a motivação do crime foi ciúme, já que Daniel teria se envolvido com a mulher do homicida.

Procurada a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Paraná confirmou que a testemunha depôs nesta quarta.

O corpo do atleta, foi encontrado no mesmo dia, parcialmente degolado e com o pênis cortado.

7 Comentário

  1. Isso é culpa da impunidade. Talvez se tivesse pena de morte esse cara até desistisse e mesmo que não desistisse teria o memo fim e não faria isso com mais ninguém.a lei é branda por isso crimes por nada. Já vi gente ser executado por que apenas disse que a vez era dele numa fila.o coitado não sabia que o cara era o chefe da boca de fumo.

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