Ministro defende coleta de DNA para ajudar na investigação dos crimes 

A proposta não é consenso entre especialistas

O ministro do STF Alexandre de Moraes entrega aos presidentes do Senado, Eunício Oliveira, e da Câmara, Rodrigo Maia, o anteprojeto de lei sobre o combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro, em reunião na Câmara.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, defendeu a coleta de DNA, e não apenas de digitais, dos cidadãos para identificá-los com a finalidade de aprimorar investigações de crimes.

A declaração foi dada em palestra sobre Ciências Forenses, realizada nesta segunda (30) na capital paulista. A proposta não é consenso entre especialistas.

“Qual o problema de realizar um cadastramento de DNA, que é um exame nada invasivo? Eu propus inclusive na época [quando era ministro da Justiça] ao presidente do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] – para evitar isso [de dizer]: ‘Então, é só em relação aos presos – que se fizesse no recadastramento eleitoral da biometria, não só biometria, mas já a coleta do DNA. Se você pode e deve constitucionalmente dar sua identificação, que é a digital, hoje mais moderno que isso é o DNA”, disse.

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