Um jovem, de 27 anos, identificado como Guilherme Maia Correia Júnior está desaparecido desde o último sábado, dia 13, após deixar o trabalho. A vítima mora em Vila de Abrantes, na costa de Camaçari.

Guilherme atua como técnico de enfermagem em hospital de Salvador. Na sexta-feira, ele saiu para mais um dia de serviço e não retornou mais.

Segundo informações de Guilherme foi visto pela última no sábado, vez na região da Estação Aeroporto, mas até o momento a família não consegue contato com o técnico de enfermagem.

O casamento do jovem está marcado para esta semana. 

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a localizar o paradeiro de Guilherme Maia pode entrar em contato com a Polícia Civil pelo 181. A ligação é anônima.

 

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Bebê morre e outro tem a perna quebrada na Maternidade de Camaçari

A Maternidade Regional de Camaçari está, mais uma vez, sendo acusada de negligência e violência obstétrica após uma recém-nascida morrer e outro bebê ter a perna quebrada durante o parto.

1º CASO 

Um bebê teve a perna quebrada durante o parto na Maternidade Regional de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS), cerca de oito dias atrás.

A mãe é uma adolescente de 16 anos, que continua internada na unidade. Segundo informações da família, a gestante deu entrada com a bolsa rompida, mas o bebê estava sentado.

O último ultrassom feito pela jovem foi em 13 de março, e o exame foi apresentado na unidade. A família acreditava que, diante desse fato, que a equipe não cogitaria fazer um parto normal.

No entanto, enfermeiras pediram para que a gestante aguardasse, pois “não existe parto sem dor”.

A equipe médica só começou a fazer o procedimento cesário após perceber que poderia acontecer um parto pélvico. Durante o nascimento, o fêmur do bebê foi quebrado. A família está cobrando um posicionamento da unidade.

2º CASO 

Uma bebê morreu neste fim de semana na Maternidade de Camaçari. De acordo com a mulher que estava gestante, ela deu entrada na unidade na noite da última quinta-feira (11) e a bolsa rompeu logo depois.

A paciente gritava de dor e pedia para fazer uma cesariana, mas seu apelo foi ignorado pela equipe médica. A mulher foi submetida a soro para aumentar a dor e forçar o parto normal.

No entanto, com a demora no nascimento, a bebê defecou ainda na barriga e chegou a engolir as próprias fezes. Os enfermeiros limparam a criança e a entregaram à mãe. Até então, a bebê estava aparentemente bem.

Momentos depois, a mãe percebeu que sua filha estava ficando roxa. Ela contou que teve dificuldades para entender o que estava acontecendo, até que soube que a criança contraiu uma infecção no pulmão. A bebê não resistiu e veio a óbito.

Até a manhã desta segunda-feira (15), o corpo ainda não tinha sido liberado pela unidade. “Se eles tivessem me ouvido e feito cesariana, minha filha não teria partido”, desabafou a mãe.

As famílias cobram posicionamento da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab).

 

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