Motorista fecha porta e dá chute em idoso para impedi-lo de embarcar em ônibus

A empresa afirmou em nota que repudia totalmente este tipo de atitude.

Reprodução/TV Globo

O motorista de um ônibus da empresa Viação União fechou a porta em cima de um idoso no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para impedir que ele embarcasse. O homem não identificado tentava entrar em um veículo de uma linha que faz o trajeto entre Bom Retiro e Duque de Caxias.

Segundo informações do G1, uma lei do município garante o direito ao transporte público gratuito aos idosos. A reportagem do jornal Bom Dia Rio, da TV Globo, denunciou o caso e detalhou que o motorista, também não identificado, chutou e empurrou o idoso no local. Em seguida, ele ainda fechou a porta do coletivo sobre a perna dele, que ficou presa.

O motorista saiu do veículo, deu mais um empurrão e ainda resgatou um dos sapatos do idoso que caiu durante a ação.

Ainda de acordo com o G1, a Viação União afirmou em nota que repudia totalmente este tipo de atitude. A empresa disse que este não é o treinamento que a companhia oferece aos funcionários e que tomará as providências cabíveis.

Reprodução/TV Globo

25 Comentário

  1. Alguns motoristas não gostam de carregar o idoso. Vc dá um bom dia não respondem, vc mostra o documento ele vira o rosto. Isso é constrangedor o idoso se sente humilhado. Fica parecendo que a passagem é descontado em seu salário

  2. Sou a favor de olhar os dois lados da história, não estou defendendo o motorista mas quando pegava ônibus p ir p escola tinha um senhor que sempre embarcava no mesmo ônibus e ficava insultando os passageiros, mexendo com as meninas da escola e xingando o motorista. Então não podemos julgar sem saber do que realmente se trata.

  3. Sou a favor de olhar os dois lados da história, não estou defendendo o motorista mas quando pegava ônibus p ir p escola tinha um senhor que sempre embarcava no mesmo ônibus e ficava insultando os passageiros, mexendo com as meninas da escola e xingando o motorista. Então não podemos julgar sem saber do que realmente se trata.

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