O homem que morreu após o carro em que ele estava cair de uma altura de cerca de 5 metros, em um prédio do bairro da Graça, em Salvador, na manhã desta quarta-feira (18), foi identificado como Jorge Lima. Ele era advogado, ex-conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil seção Bahia (OAB-BA) e ex-presidente da Associação Baiana de Advogados Trabalhistas (ABAT).

A informação foi divulgada em uma nota emitida pela OAB-BA.

Nota:

A advocacia baiana está enlutada. Na manhã desta quarta-feira (20), a classe perdeu um dos seus mais diletos colegas. O advogado Jorge Lima nos deixou após ser vítima de uma acidente de carro, no bairro da Graça. Defensor incansável dos direitos e garantias fundamentais, Jorge Lima honrou a todos os advogados e advogadas com sua atuação sempre firme, principalmente no campo do Direito do Trabalho.

Ao longo da sua caminhada na advocacia, serviu com afinco à Seção Bahia da Ordem dos Advogados do Brasil, onde foi conselheiro da Casa, à Associação Baiana de Advogados Trabalhistas (ABAT), instituição que presidiu, e por fim a ABRAT (Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas), onde representou a Bahia como Vice-presidente Nordeste.

Para além da sua competência profissional e institucional, Jorge Lima era antes de tudo um amigo. Pessoa querida por todos, de um sendo de humor ímpar e um grande coração que, como verdadeiro advogado, reconhecia na dor do outro a sua dor. Certamente, ele é uma dessas figuras do mundo jurídico que deixará saudades não apenas nos fóruns e sessões de júri, mas principalmente nas rodas de conversas.

Com profundo pesar, a OAB-BA deseja a todos os amigos e familiares de Jorge que tenham força para atravessar esse momento de dor e tristeza, sempre com a certeza de que esse nobre advogado, apesar de ter nos deixado cedo demais, construiu em vida um legado que inspira a todos.

“Jorge é um amigo que fará muita falta. Era um homem de Ordem que viveu para servir e nos deixa de maneira precoce e repentina nesse ano que não está sendo fácil. A tristeza por sua perda é muito grande e atinge não apenas a advocacia, mas todos aqueles que realmente acreditam no Estado Democrático, nos Direitos Humanos e na Justiça Social”, lamentou o presidente da OAB-BA, Fabrício Castro.

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