Polícia prende 4º suspeito de negociar arma do massacre em Suzano

Homenagens florais às vítimas do tiroteio na escola Raul Brasil são vistas em Suzano, São Paulo, Brasil, em 13 de março de 2019. REUTERS / Ueslei Marcelino

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira, 2, Geraldo de Oliveira Santos, suspeito de ter fornecido o revólver calibre 38 usado no massacre na Escola Raul Brasil, em Suzano, que terminou com a morte de dez pessoas, incluindo os dois atiradores, no dia 13 de março. Antes, três pessoas já haviam sido presas por negociar a arma e munições com os responsáveis pelo ataque.

Santos foi preso em Suzano e teria usado um intermediário para vender o revólver a G. T. M., de 17 anos, apontado como o líder do massacre, segundo as investigações. A arma, no entanto, teria sido paga por Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, o outro atirador. A estimativa é que a dupla tenha gastado cerca de R$ 7 mil na compra de 16 itens usados na chacina.   

No início do mês, a polícia já havia detido o intermediário: o mecânico Cristiano Cardias de Souza, o Cabelo, de 47 anos, também em Suzano. A negociação com os atiradores aconteceu por celular e através de perfis falsos no Facebook, de acordo com a investigação

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