Roger Machado lamenta chances perdidas contra o Fluminense: “A bola pune, não aceita desaforo”

O Bahia volta a campo na próxima quarta-feira, contra o Grêmio

O Bahia abusou de desperdiçar chances de gola no duelo contra o Fluminense, na noite deste sábado (12), em partida realizada no Maracanã. Como diz o ditado: ‘Quem não faz tomar’, o Tricolor baiano  foi superado pelo carioca por 2 a 0. Com o resultado, o Tricolor chegou ao terceiro jogo seguido sem vitória no Campeonato Brasileiro e pode ver o G-6 mais distante.

Depois do apito final o técnico Roger Machado reconheceu o baixo rendimento da sua equipe e falou sobre o nível de concentração durante a partida.

“Jogo que, tecnicamente, nós tivemos abaixo. Jogo com nível de concentração baixa. Intensidade alta no segundo tempo, o que levou a muitas oportunidades. Proporcionamos erros importantes, que além de dar confiança, deram bastante campo ao Fluminense. No segundo tempo, com as mudanças, menos pelas mudanças, muita mais pelo nível de concentração mais alto, nos levou a ter o controle do jogo. Jogo ruim tecnicamente e um resultado ruim. Jogo com confiança alta pela possibilidade de alcançar a quinta colocação, mas concentração baixa. A bola não aceita desaforo. A gente sai derrotado e insatisfeito com o que produzimos”, avalia Roger.

O treinador aproveitou para falar sobre as chances desperdiçadas, mas evitou ficar se lamentando e já fez projeções para o duelo contra o Grêmio na próxima rodada.

“Contra o Athletico, foi dois centímetros da trave para dentro, dois centímetros para baixo. Volume foi bom. Posso cobrar quando a gente não consegue criar. Gilberto esteve presente nas melhores chances. Contra o São Paulo, foi amarrado pela característica de jogo. Nas bolas na trave, o nível de concentração estava alto. Hoje, o nível de concentração baixo, a chance de errar é maior. Você proporciona a chance de entregar o jogo ao adversário, que está jogando seu campeonato, querendo sair da zona incômoda. A bola pune. Não aceita desaforo. Mas quando ganha, todos ganham juntos. Quando perde, todos perdem juntos. Vamos avaliar, consertar o que tiver para consertar. Não tem tempo para treinar. A gente pode falar da falta de sincronismo pelas modificações, colocar o Guerra numa posição para não mexer no meio, que tinha a engrenagem já consolidada. Perder faz parte do campeonato. A gente sente a frustração de não subir na tabela. Mas é lamber as feridas e partir para o Grêmio”.

O Bahia volta a campo na próxima quarta-feira, quando enfrenta o Grêmio, em Porto Alegre, às 19h15 (horário de Brasília).

 

 

 

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