“Se Lúcio não deixar MDB, políticos ligados a ACM Neto vão esvaziar partido”, afirma radialista

A imagem desgastada dos irmãos Lúcio e Geddel Vieira teria forçado o grupo a adotar a medida.

Lúcio Vieira Lima
Lúcio Vieira Lima se nega a sair do partido, gerando uma série de desfiliações

A permanência da família Vieira Lima à frente do MDB na Bahia está prestes a chegar ao fim, segundo informações do radialista Roque Santos, do programa Bahia No Ar.

Na tarde desta terça-feira, 06, durante a segunda edição do programa, o apresentador revelou que existe uma grande possibilidade dos políticos ligados ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), “esvaziarem” o MDB, caso o atual líder do mesmo, o deputado Lúcio Vieira Lima, não peça desfiliação da sigla.

A imagem desgastada dos irmãos Lúcio e Geddel Vieira – que está preso desde setembro, após o episódio dos R$ 51 milhões encontrados no apartamento – teria forçado o grupo a adotar a medida.

Ainda conforme o radialista, o que se comenta nos bastidores é que, se Lúcio resistir à pressão e resolver permanecer no partido, o grupo que quer sua saída pode ir para o Partido Progressista (PP), do vice-governador João leão.

Vale lembrar que, se isso realmente acontecer, fica confirmada a retirada de apoio do PP ao governo Rui Costa. Tendo em vista que, neste caso o PP sairia da base de Rui para declarar apoio ao prefeito de Salvador, ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia. Entretanto, se Lúcio sair do partido, Bruno Reis, atual vice-prefeito da capital baiana, assumiria o comando do MDB no estado.

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