Vereador de Simões Filho volta a alfinetar Dinha e ataca presidente da Câmara: “Pau mandado”

Situação ocorreu durante sessão da Câmara de Simões Filho na manhã desta terça-feira, 03. Orlando de Amadeu exigiu providência da Comissão de Ética da Casa.

Na manhã desta terça-feira, 03, durante mais um discurso na plenária da Câmara Municipal de Simões Filho, o vereador Vel (PRP) voltou a dar sinais que realmente mudou de lado e não faz mais parte da base do prefeito Diógenes Tolentino (MDB).

Em meio a um discurso considerado por muitos dos presentes como destemperado e até estúpido em determinados momentos, o edil fez várias críticas a gestão municipal, alegando que suas indicações apresentadas na Câmara não são atendidas pelo Executivo. A crítica seria até considerada normal, se o vereador não tivesse enfatizado diversas vezes que 55 é o número das propostas apresentadas e ignoradas por Dinha. Vale ressaltar que o número em questão, é o mesmo utilizado nas disputas eleitoras pelo PSD, partido do deputado estadual e ex-prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar.

Vel continuou seu discurso e em meio as mensagens “subliminares” e acusações proferidas, quem também acabou virando alvo do parlamentar, foi o presidente da Casa, Orlando de Amadeu (PSDB). Ao interromper a fala do edil na tentativa de aconselhar o mesmo a manter o foco da explanação e se ater a assuntos plausíveis a matéria que deveria ser defendida na ocasião, Orlando foi chamado de ‘pau mandado’ por Vel, postura que provocou uma algazarra na plateia.

“Senhor presidente eu quero lhe falar uma coisa, eu sou vereador como o senhor, mas, não sou pau mandado como o senhor”, disse.

Visivelmente alterado com o posicionamento de Vel, o presidente da Casa pediu respeito e solicitou que a Comissão de Ética da Câmara adote uma providência contra a quebra de decoro do parlamentar.

Ainda durante a sessão, quando o vereador Eri estava com a oportunidade, o presidente Orlando de Amadeu afirmou que recebeu ameaças de Vel, o que gerou uma nova confusão na assistência. Alguns vereadores pediram pela suspensão da sessão, mas, o pedido foi negado por Orlando que alegou que os trabalhos não seriam prejudicados por conta do mau comportamento de algumas pessoas do público.

 

 

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