O prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, afirmou na manhã desta terça-feira, 02, durante coletiva de imprensa que assinou a expulsão sumária de Sara Fernanda Giromini que se intitula como Sara Winter , da sigla no Rio de Janeiro.

Na oportunidade, Neto disse que Sara Winter promoveu movimentos inaceitáveis de desrespeito a democracia.

“Eu hoje pela manhã, assinei a expulsão sumária de Sara Winter, que era afiliada ao Democratas do Rio de Janeiro, essa senhora promoveu movimentos inaceitáveis de desrespeito a democracia, de agressão as instituições, movimentos que sem dúvida alguma, flertam com tendencias autoritárias, que são inaceitáveis para o nosso país”, disse.

O presidente do DEM acrescentou que Sara chegou a disputar uma eleição pelo partido, mas não tinha participação ativa no mesmo e enfatizou que  a sigla não compactua com as ideias e atitudes defendidas por ela.

“As atitudes dela, confrontam com o espírito do Democratas, com os princípios defendidos pelo nosso partido, com atuação firme que temos de defesa da democracia. Para o Democratas, a democracia é um valor inegociável, nós não iremos, aceitar tolerar e nem compactuar com nenhum movimento contra a democracia, finalizou.

Vale ressaltar que vários democratas, entre eles, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), já defendiam a expulsão da militante de extrema-direita da legenda. Sara é uma das investigadas no inquérito das “fake news” e pode ser alvo de um pedido de prisão do Ministério Público porque fez ameaças ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Em 2018, Sara Winter desistiu de se filiar ao PSL, para ser candidata à deputada federal do Rio de Janeiro pelo DEM. Os motivos da troca foram um desentendimento com o atual senador Flávio Bolsonaro, que coordenava as candidaturas do estado do PSL.

Sara também é uma das lideranças do movimento bolsonarista “300 do Brasil”, que montou um acampamento em Brasília (DF). No sábado passado (30), o grupo fez um protesto em frente ao STF com tochas e máscaras. Parlamentares comparam o ato com o grupo supremacista Ku Klux Klan, dos Estados Unidos.

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