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Após proibição, justiça libera casal de colocar nome de faraó em bebê

Inicialmente a justificativa para barrar foi em relação a um futuro constrangimento que o pequeno sofreria
Foto: Reprodução/TV Globo

Um caso curioso ganhou fama pela internet nos últimos dias, por conta de uma proibição de nome no ato do registro de nascimento de um bebê em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. O problema, causado no cartório, foi finalmente resolvido após decisão do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-MG) nesta quinta-feira (12).

Piiê, de apenas 13 dias, foi registrado conforme seus pais queriam: com o nome em homenagem ao primeiro faraó negro que comandou o Egito, entre os anos de 751 a 716 antes de Cristo (a.C.). Inicialmente a justificativa do impedimento veio sob um possível constrangimento futuro para a criança, mas que foi revertido após Danillo Prímola e Catarina Prímola comprovarem a origem.

“Nós não concordamos com a justificativa da Justiça e resolvemos batalhar para conseguir fazer essa homenagem”, relatou o pai em um vídeo nas redes sociais.

No entanto, a autorização da juíza aconteceu com ressalvas, pois ela ainda considerava um motivo para bullying, pois a forma de falar é semelhante ao passo de balé chamado “plié”. Mesmo assim, ela entendeu o contexto histórico e cultural da figura de Piiê e acatou o pedido do casal.

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