20150130074151_rui-acm
O PT e o DEM gladiam para obter a vitória nas urnas nos maiores colégios eleitorais da Região Metropolitana de Salvador (RMS). As legendas multiplicam aliados sob a batuta dos seus líderes. De um lado o governador da Bahia Rui Costa (PT) do outro o prefeito da capital ACM Neto (DEM), que deverá ser o principal concorrente do petista em 2018.

Camaçari, Lauro de Freitas e Simões Filho estão no centro da disputa. Juntos os municípios somam 25% do eleitorado baiano, com mais de 350 mil eleitores. Nas três cidades o PT terá candidatura própria, diferente do que ocorreu em Salvador, onde a legenda apoia a aliada Alice Portugal (PC do B). Já os democratas serão representados em Camaçari pelo vereador Antonio Elinaldo, nas demais, apoiará alianças com outros partidos.

Em Lauro de Freitas, apesar do ex-vereador Chico Franco (DEM), ter lançado sua candidatura a chapa majoritária, Neto declarou através das redes sócias, que seu apoio é exclusivo à Mateus Reis (PSDB), numa tentativa de frear o desempenho dos petistas, com o possível retorno de Moema Gramacho ao poder executivo.

Usando o discurso de ser “um chamado de Deus”, a candidatura de Mateus também é defendida pelo atual prefeito Márcio Paiva (PP), que desistiu de tentar a reeleição devido a forte rejeição ao seu nome no município.

Em Camaçari o pleito terá dois candidatos da esquerda, o ex-prefeito Luiz Caetano (PT) e Jailce Andrade (PC do B), aliada do atual prefeito Ademar Delgado. A direita vem representada pelo vereador Antonio Elinaldo (DEM) e seu vice o ex-prefeito José Tude (PMDB). . Francisco irmão (SD) e Nilton César (PSOL) também são candidatos em Camaçari.

Em Simões Filho, o candidato da situação é Edson Almeida (PT), após rumores de que o nome apresentado para o pleito ao poder executivo fosse o do atual secretário de Serviços Públicos, Neco Almeida (PSD), o atual prefeito, Eduardo Alencar (PSD), irmão do senador Otto Alencar (PSD), mexeu no seu tabuleiro político após consultas internas apontarem baixo desempenho do afilhado político e optaram pelo petista.

A mudança se deu pelo fato de os aliados entenderem que Edson tem maiores condições de derrotar o candidato da oposição, Diógenes Tolentino (PMDB) – conhecido como Dinha na cidade -, que lidera as pesquisas.

0 0 votos
Article Rating