Em Campinas de Pirajá, entrega de cestas básicas não condiz com o Decreto Municipal e orientação da OMS

Distribuição de cestas teve início nessa segunda, 23

Foto: Reprodução/WhatsApp

A distribuição de cestas básicas foi uma das medidas tomadas pela prefeitura de Salvador depois da suspensão das aulas municipais.

Três semanas foram separadas para a entrega das cestas:

de 23 a 27 de março, com contemplação de 110 unidades escolares; de 30 de março a 3 de abril, com 189 escolas; de 6 a 10 de abril, com 126 instituições de ensino.

Durante o período que antecedeu o início da distribuição, grupos de aplicativos de mensagens e o próprio site da Secretaria Municipal de Educação, SMED, já haviam divulgado várias informações e listas contendo programações e procedimentos, como por exemplo: “Para evitar a aglomeração e atender as recomendações da Organização Mundial da Saúde, as famílias das crianças devem ligar para as escolas e confirmar a data e horário de recebimento das cestas.

Mas na prática não foi o que aconteceu. Na manhã dessa segunda, 23, na Escola Municipal Campinas de Pirajá, localizada no bairro que leva o mesmo nome da instituição, filas indianas se formaram na parte externa da instituição e, na parte interna haviam aglomerações.

Pessoas uma “em cima” da outra, muito próximas e ninguém para organizar ou orientar. Até crianças estavam no local, que aparentemente, fechado e com pouca ventilação”, disse uma das pessoas que estavam no local.

O novo coronavírus é o causador da doença Covid-19. Na Bahia já são 63 casos confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde, divididos em 12 municípios.

 

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