Afastada das funções públicas desde que deixou a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), tendo em vista que não quis tentar a reeleição em 2018, a ex-deputada e ex-vereadora de Camaçari, Luiza Maia, foi nomeada para um cargo de 5º escalão no governo do estado.

A petista ocupará o cargo de assessor técnico, símbolo DAS-3, da secretaria da Educação, substituindo Ney Campello. Nos bastidores, o que se comenta é que o grupo liderado pelo ex-deputado Luiz Caetano (PT), cujo Luiza faz parte, não gostou nem um pouco da indicação do nome da ex-parlamentar, por conta do valor do salário pago a função.

O salário considerado ‘baixíssimo’ pelo grupo é de R$ 2.295,00 podendo ter uma gratificação de 125% que chegaria a um pouco mais de R$ 5 mil. Há quem diga que a nomeação feita pelo governador ocorreu de forma proposital, com o intuito de atingir  Caetano e ressaltar a falta de prestígio do mesmo com o governo.

Vale ressaltar que a rusga entre Rui e Caetano, teve inicio na campanha eleitoral para a sucessão do então governador Jaques Wagner (PT).  Na época o nome de Caetano chegou a ser cogitado para ser o candidato a governador, porém, por ter o nome citado em alguns escândalos e denúncias de corrupção, o partido optou por apostar no nome de Rui, que era considerado ‘desconhecido’ quando comparado a popularidade do ex-prefeito de Camaçari.

 

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