Ex-jogador e ídolo do clube, Sapatão morreu nesta sexta-feira (5), aos 72 anos. Ele estava internado na UTI do Hospital da Bahia desde o dia 17 de maio após passar mal em casa, com quadro de hipertensão – também sofria de problemas renais.

Além do Esquadrão, passou ainda por Flamengo, Fluminense de Feira – pelo qual foi campeão baiano de 1969 -, Santa Cruz e Catuense. Após encerrar a carreira nos gramados, Sapatão se tornou treinador e dirigiu equipes como Ypiranga, Camaçari, Galícia, América-SE e União São João-SP.

O Bahia divulgou nota do falecimento do seu ídolo. O clube destacou a importância de Sapatão, que foi capitão dos times nas sete conquistas do Campeonato Baiano na década de 70. Ao todo na carreira, ele disputou 450 jogos e marcou 12 gols.

“A diretoria do Esporte Clube Bahia manifesta solidariedade aos familiares e amigos de Élcio Nogueira da Silva, o eterno ídolo Sapatão, que faleceu nesta sexta-feira (5), aos 72 anos, em Salvador.

Capitão tricolor em todos os títulos da inigualável conquista do heptacampeonato estadual, entre 1973 e 1979, ele estava internado no Hospital da Bahia desde 17 de maio. Nos últimos dias, já na UTI, contraiu a covid-19.

O presidente Guilherme Bellintani já prestou todas as condolências à filha Renata e providenciou uma bandeira para o seu sepultamento. O clube vinha acompanhando o caso desde a semana retrasada através do gerente de marketing Lênin Franco, amigo da família.

Ao todo, Sapatão disputou 450 jogos – em 224 deles o Bahia não foi vazado – e ele marcou 12 gols.

Nasceu em 15 de outubro de 1947, em Campos-RJ.

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