Nesta quinta-feira (4), o Ministério Público Federal (MPF), em Juiz de Fora, concluiu que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho no ataque contra o então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, no dia 6 de setembro de 2018. Com isso, o órgão se manifestou pelo arquivamento provisório do segundo inquérito que investiga o caso.

No entender do MPF, o inquérito deixou claro que, nas contas bancárias de Adélio e de seus familiares investigados, não houve nenhuma movimentação financeira incompatível com suas atividades trabalhistas ou com os respectivos padrões de vida. Além disso, não foram recebidos valores atípicos ou de origens desconhecidas.

A decisão acontece depois da conclusão de um relatório parcial da Polícia Federal (PF), em maio deste ano, quando o segundo inquérito apontou que Adélio “agiu sozinho, por iniciativa própria e sem ajuda de terceiros, tendo sido responsável tanto pelo planejamento da ação criminosa quanto por sua execução”.

No entanto, o procurador da República, Marcelo Medina, responsável pelo caso, enviou a manifestação ao juiz da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, Bruno de Souza Savino; é ele quem vai decidir, em até 10 dias, se o caso será de fato arquivado ou não.

Com isso, o pedido de arquivamento é provisório, já que ainda há uma diligência pendente que depende do Supremo Tribunal Federal (STF).

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