Rui volta a rebater Bolsonaro durante transmissão de Live nesta segunda (17)

"Quero governar em paz, trabalhar em paz", disse o governador durante transmissão do Papo Correria.

Foto: Divulgação

Durante a transmissão ao vivo do programa “Papo Correria” nas redes sociais desta segunda-feira (17), o governador, Rui Costa (PT), voltou a rebater o presidente Jair Bolsonaro. “Quero governar em paz, trabalhar em paz. Mesmo que não tenha apoio do governo federal, eu peço que, se não pode me ajudar, se não quer me ajudar, pelo menos, me deixe trabalhar em paz pela Bahia e pelos baianos”, disse.

A intriga envolvendo o governador baiano e o presidente da República deu início após a morte do miliciano Adriano Nóbrega, em Esplanada, o que fez com que Bolsonaro utilizasse o Twitter para afirmar que Rui “mantém fortíssimos laços de amizade com bandidos condenados em segunda instância”.

Ainda durante o programa, o governador lembrou a carta direcionada a Bolsonaro, assinada por 21 governadores, nesta segunda-feira, que criticam o posicionamento de Bolsonaro em relação a chefes de executivo estadual.

“Quero também agradecer aos 21 governadores do Brasil que assinaram, hoje, junto conosco, documento pedindo respeito à democracia, ao pacto federativo, para que o presidente pare de agredir prefeitos, governadores e pare de agredir estados”, afirmou.

12 Comentário

    • Adones! Quem tá trabalhando? E pra quem? As cidades sertanejas tiveram as construções de cisternas paradas pelo governo federal. Isso é desumano. As mesmas cidades estão com enormes filas de espera para solicitar o bolsa família, que é a principal fonte de renda do povo do sertão, principalmente nas secas. As bolsas de pesquisas que foram mais afetadas com o congelamento de verbas, foram no Nordeste. Acho que precisa pesquisar mais um pouco para saber quem realmente tá trabalhando.

    • Breno! Porque o governo do estado que tem que ceder, e não o federal abrir mão dos impostos? Ressalto ainda que a venda do espaço do Odorico, terá o dinheiro destinado para a construção de 8 novas escolas, que sendo mais próximas as localidades de moradia dos alunos, diminuirá os custos de deslocamento.

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